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Advogado de recuperação judicial e reestruturação em Campinas

Apoio a empresas em crise financeira: diagnóstico, renegociação com credores, reorganização societária e, quando necessário, recuperação extrajudicial ou judicial.

Como atuamos

Do preventivo ao contencioso

O primeiro passo é entender o endividamento e o fluxo de caixa. A partir disso, avaliamos a renegociação direta, a recuperação extrajudicial ou a recuperação judicial (Lei 11.101/2005), sempre comparando custos, prazos e riscos para sócios e administradores.

Situações que atendemos

Quando a empresa procura a área de reestruturação e recuperação judicial

Renegociação de dívidas

Acordos com bancos, fornecedores e fisco.

Recuperação extrajudicial

Plano negociado com credores e homologado em juízo.

Recuperação judicial

Pedido, plano, assembleia de credores e cumprimento.

Reorganização societária

Cisão, incorporação e venda de ativos.

Proteção de sócios

Riscos de responsabilidade pessoal durante a crise.

Como funciona o atendimento

Do primeiro contato ao acompanhamento

1

Diagnóstico financeiro

Levantamento do endividamento por credor, das garantias, do fluxo de caixa e da viabilidade da operação.

2

Escolha do caminho

Comparação entre renegociação direta, recuperação extrajudicial e recuperação judicial, com custos e efeitos de cada uma.

3

Plano e negociação

Elaboração do plano de pagamento, negociação com credores e condução do processo.

4

Execução do plano

Acompanhamento do cumprimento, das assembleias e das obrigações perante o juízo e os credores.

Documentos que ajudam no primeiro atendimento

  • Balanços e demonstrações dos últimos 3 exercícios
  • Relação de credores com valores, vencimentos e garantias
  • Fluxo de caixa atual e projetado
  • Relação de bens e de empregados
  • Contratos de financiamento e garantias prestadas pelos sócios

Não tem todos? Não há problema: a equipe indica o que é essencial para começar.

Perguntas frequentes

Reestruturação e recuperação judicial: dúvidas comuns

Quando pedir recuperação judicial?

Quando a empresa é viável, mas não consegue pagar as dívidas nos prazos atuais e a negociação direta não é suficiente. É preciso cumprir requisitos legais, como mais de dois anos de atividade regular.

A recuperação judicial suspende as cobranças?

O deferimento do processamento suspende, em regra, as execuções contra a empresa por 180 dias, com exceções previstas em lei, como alguns créditos garantidos e os tributários.

Quem pode pedir recuperação judicial?

O empresário ou a sociedade empresária que exerça regularmente suas atividades há mais de 2 anos e atenda aos demais requisitos do art. 48 da Lei nº 11.101/2005, apresentando a documentação exigida no art. 51.

Por quanto tempo as execuções ficam suspensas?

Deferido o processamento, as execuções contra a empresa ficam suspensas pelo prazo de 180 dias, prorrogável uma vez em caráter excepcional (art. 6º da Lei nº 11.101/2005), com exceções previstas em lei.

O que é a recuperação extrajudicial?

É a negociação de um plano com parte dos credores, depois submetido à homologação judicial (arts. 161 e seguintes da Lei nº 11.101/2005). Costuma ser mais rápida e menos custosa que a recuperação judicial.

Legislação de referência

Normas citadas nesta página

Links para o texto oficial no site do Planalto. As informações desta página são gerais e não substituem a análise do caso concreto.

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