Recuperação de crédito e cobrança para empresas
Cobrança de clientes inadimplentes, do extrajudicial à execução judicial, com foco em recuperar o valor no menor prazo possível.
Como atuamos
Do preventivo ao contencioso
Avaliamos o título e a situação do devedor para escolher o caminho mais eficiente: notificação e negociação, protesto, execução de título extrajudicial, ação monitória ou habilitação em recuperação judicial. Buscamos bens por meio das ferramentas judiciais disponíveis.
Situações que atendemos
Quando a empresa procura a área de recuperação de crédito
Cobrança extrajudicial
Notificação, negociação e confissão de dívida.
Protesto de títulos
Duplicatas, cheques e contratos.
Execução de título extrajudicial
Contratos, notas promissórias e confissões de dívida.
Ação monitória
Cobrança com base em prova escrita sem força executiva.
Busca de bens
Penhora de contas, veículos e imóveis.
Credor em recuperação judicial
Habilitação e acompanhamento do crédito.
Como funciona o atendimento
Do primeiro contato ao acompanhamento
Análise do crédito
Verificação do documento que comprova a dívida, dos prazos de prescrição e das garantias.
Pesquisa do devedor
Levantamento de bens, processos e situação financeira para estimar a chance real de recebimento.
Cobrança
Notificação, negociação, protesto e, se necessário, execução ou ação monitória.
Recebimento
Penhora, leilão ou acordo com garantias, e habilitação do crédito se o devedor entrar em recuperação judicial.
Documentos que ajudam no primeiro atendimento
- Título da dívida (nota promissória, cheque, duplicata, contrato ou confissão)
- Notas fiscais e comprovantes de entrega ou prestação do serviço
- Trocas de mensagens e e-mails sobre a cobrança
- Dados cadastrais do devedor e de eventuais garantidores
- Planilha com valores, vencimentos e pagamentos parciais
Não tem todos? Não há problema: a equipe indica o que é essencial para começar.
Profissionais responsáveis
Quem conduz os casos
Perguntas frequentes
Recuperação de crédito: dúvidas comuns
Qual a diferença entre execução e ação monitória?
A execução é usada quando há título executivo, como um contrato assinado com duas testemunhas ou uma confissão de dívida. A monitória serve para prova escrita sem essa força, como e-mails e notas fiscais sem aceite.
Vale a pena fazer um acordo com o devedor?
Muitas vezes, sim: um acordo bem redigido, com confissão de dívida e garantias, acelera o recebimento e já serve de título executivo se não for cumprido.
Em quanto tempo prescreve uma duplicata ou um cheque?
A execução da duplicata contra o sacado prescreve em 3 anos do vencimento (art. 18 da Lei nº 5.474/1968). A do cheque, em 6 meses contados do fim do prazo de apresentação (art. 59 da Lei nº 7.357/1985). Depois desses prazos, ainda pode haver outras vias de cobrança, com prazos próprios.
Quais documentos permitem ir direto para a execução?
Os títulos executivos extrajudiciais estão listados no art. 784 do Código de Processo Civil, como cheque, nota promissória, duplicata e documento particular assinado pelo devedor e por duas testemunhas. Sem título, usa-se a ação monitória ou a ação de cobrança.
O protesto ajuda a receber?
O protesto comprova a inadimplência, pode ser feito com baixo custo e costuma levar o devedor a negociar, porque afeta seu crédito na praça (Lei nº 9.492/1997). Também é pressuposto para algumas medidas, como o pedido de falência com base em impontualidade.
Legislação de referência
Normas citadas nesta página
- Código de Processo Civil (Lei nº 13.105/2015)
- Lei de Protesto de Títulos (Lei nº 9.492/1997)
- Lei das Duplicatas (Lei nº 5.474/1968)
- Lei do Cheque (Lei nº 7.357/1985)
- Código Civil (Lei nº 10.406/2002)
Links para o texto oficial no site do Planalto. As informações desta página são gerais e não substituem a análise do caso concreto.
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